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Centro IQ da IREKS:
melhoria e ampliação da capacidade de análise

A melhor qualidade e a segurança dos nossos produtos são o objetivo do nosso trabalho diário na área de Inovação e Qualidade. Para isso, os nossos centros IQ da IREKS dispõem da tecnologia de análise mais avançada, o que nos permite examinar analiticamente e confirmar os novos e cada vez mais rigorosos requisitos legais aos nossos clientes. No ano passado voltámos a alcançar novos marcos para continuar a aumentar a segurança dos produtos para os nossos clientes.

A cromatografia iónica melhora a análise da lactose

Cromatógrafo iónico IC-6000

Para satisfazer a crescente procura de produtos sem lactose por parte dos nossos clientes e poder verificar ainda melhor a ausência de lactose nos nossos produtos do ponto de vista analítico, estabeleceu-se a cromatografia iónica como novo método de análise no nosso centro IQ. Com o cromatógrafo iónico IC-6000, agora podemos detetar não só a lactose, como também outros açúcares nos nossos produtos de uma forma altamente específica e sensível. Assim, agora temos disponível o método de análise de alto nível também nesta área.

Deste modo, conseguimos voltar a reduzir significativamente o limite de deteção da lactose nos nossos produtos.
O valor limite muito baixo de 100 mg/kg de lactose (0,01%) pode verificar-se de forma fiável porque os efeitos de matriz se eliminam em grande medida com este método. Além disso, o número de amostras também pode aumentar consideravelmente com este dispositivo.

Implementação de um método para determinar os alcalóides do ergot

Os alcalóides do ergot (também conhecidos como alcalóides da cravagem do centeio) são metabolitos de certos fungos e encontram-se principalmente nas partes sólidas e escuras (esclerócios) dos fungos. Dependendo da cultura e das condições meteorológicas, os cereais podem ser cada vez mais afetados por estes esclerócios, o que também se associa a um maior teor de alcalóides do ergot nos produtos de moagem de cereais. O centeio é especialmente afetado, mas outros cereais, como o trigo, também podem ser infetados por estes fungos.

Ingerir pequenas quantidades de alcalóides do ergot pode provocar, entre outros, náuseas, dores abdominais e de cabeça, bem como problemas cardiovasculares e perturbações do sistema nervoso central. Consumir elevadas quantidades pode provocar desde alucinações, convulsões e paralisia até à morte por paragem respiratória ou cardíaca.

Atualmente, estão a definir-se, a nível da UE, níveis máximos para os alcalóides do ergot, que preveem níveis muito baixos dos mesmos e que se aplicarão a partir de 1 de julho de 2021 (intervalo mg/tonelada de produto de moagem de cereais). Está, inclusive, previsto um novo e importante endurecimento destes valores limite para o dia 1 de julho de 2023.

Devido à relevância toxicológica, à introdução e ao próximo endurecimento dos níveis máximos e para poder oferecer aos nossos clientes produtos absolutamente seguros e comercializáveis, estabeleceu-se um método interno no nosso LC-MS para determinar os alcalóides do ergot em produtos de moagem de cereais, que se utiliza desde finais de 2020. Neste processo, primeiro extraem-se os alcalóides do ergot da amostra, depuram-se e, finalmente, analisam-se através de cromatografia líquida-espectrometria de massas (LC-MS).